11 de Julho: saiba como foi a intervenção da ANEL pelo Brasil.


"11 de julho o Brasil parou. Dilma, apenas começou!"

POA

Dia 11 de Julho já tem seu lugar marcado na história. O Dia Nacional de Luta, convocado pelas centrais sindicais brasileiras, como a CSP – CONLUTAS mostrou a disposição da classe operária em sair às ruas e exigir as mudanças necessárias no país.

Nessa quinta-feira o Brasil parou. Foram inúmeras categorias que cruzaram os braços e paralisaram a produção. A ANEL, assim como vínhamos anunciando, teve presença garantida nas mobilizações. De norte a sul do país a juventude esteve somando forças junto com a classe trabalhadora.

Dia 11 será lembrado pelos grandes atos que tomaram as ruas, pelas rodovias paradas, pelas máquinas de grandes fábricas que foram desligas, pelos bancos sem funcionar e pelos ônibus que pararam de passar nas paradas para traçar outros caminhos, o de transformar o país.

Mas o Dia Nacional de Luta, também, será lembrado pela unidade entre trabalhadores e estudantes. E dessa aliança não abrimos mão! A ANEL tem muito orgulho de estar ao lado da classe operária em luta.

Segue algumas atividades em que a ANEL participou:

 

São Paulo

São Paulo - Osasco

Para os estudantes da ANEL o dia começou cedo! Os estudantes dormiram na sede da APEOESP e de lá se dividiram, para junto dos trabalhadores, organizarem piquetes em fábricas. Foram para a zona sul, oeste e cidades vizinhas, como Osasco. Às 4h da manhã já era possível ver postagens nas redes sociais da galera que estava na porta das fábricas. Depois, por volta de meio dia, todas as categorias em luta foram para a Av. Paulista onde o ato unitário das centrais. Após as intervenções das centrais sindicais, sindicatos e partidos políticos a manifestação seguiu descendo a consolação em direção à praça Roosevelt, onde o ato se encerrou. Lá mesmo na praça, a ANEL – São Paulo organizou uma assembleia aberta da ANEL pra discutir sobre o momento em que estamos vidando, refletir sobre a experiência da unidade com a classe trabalhadora, fazer uma avaliação sobre o ato e traçar próximas ações. Nessa plenária o megafone era LIVRE e todo mundo teve direito de expor suas opiniões e fazer suas propostas. E com muita animação terminaram cantando “11 de Julho Brasil parou. Dilma, apenas começou”.

Rio de Janeiro

O dia começou com Escolas públicas das redes estadual e municipal paralisaram suas atividades . Os estudantes da ANEL, junto com demais manifestantes, foram para o Centro do Rio para participar do ato que saiu da Igreja da Candelária às 15h. O ato foi duramente reprimido pela polícia que queria impedir que manifestação seguisse.  De acordo com Júlio Anselmo, estudante de Filosofia da UFRJ e integrante da ANEL: “Sérgio Cabral e Beltrame, com a conivência de Dilma, mandaram a polícia para reprimir as manifestações dos trabalhadores e estudantes que resolveram se levantar contra as injustiças sociais. Foram bombas, tiros e porrada pra cima daqueles que não se rendem aos interesses dos ricos e poderosos e defendem nas ruas uma nova sociedade sem exploração e opressão”.

Belo Horizonte

A capital mineira amanheceu sob o impacto da forte paralisação. Os ônibus não circulam. Todas as estações estão paradas. Por volta das 9h, manifestantes já fecham a Av. Amazonas na Praça Sete. Na rede municipal de ensino, a maioria das escolas foram fechadas. Muitas escolas da rede estadual não abriram as portas nesta manhã.

No interior de Minas Gerais também houve protestos. Em Divinópolis, região centro-oeste, os setores de metalurgia, construção civil e rodoviários foram parcialmente paralisados. Em Itaúna, na região central, trabalhadores fecharam o trevo do Distrito Industrial impedindo que ônibus das empresas cheguem com os funcionários.

Em Mariana, também na região central, os sindicalizados do Metabase também impediram a entrada de ônibus em mineradoras e siderúrgicas. Em São João del-Rei, servidores municipais e funcionários da universidade federal participaram da greve geral.

Já Uberaba assistiu ao segundo dia de paralisação dos operários metalúrgicos da multinacional Black & Decker. Foram cerca de 600 trabalhadores parados. A ANEL esteve presente nos piquetes e depois no ato que reuniu as categorias paralisadas.

Brasília

Na quarta-feira a ANEL-DF realizou uma panfletagem na UnB na hora do almoço. Nossa galera participou das assembleias dos cursos de serviço social e de ciências sociais. O serviço social decidiu paralisar as aulas no dia 11 e se incorporar aos atos. À noite estivemos presentes na assembleia dos metroviários.

Na manhã do dia 11 participamos de um ato na frente do Buriti convocado pelo sindicato das águas, que contou com cerca de 100 trabalhadores. Mas a maior movimentação da cidade foi à tarde, em um ato que unificou as centrais sindicas e setores do movimento estudantil e popular. A ANEL-DF esteve presente com a coluna da CSP-Conlutas, sempre muito animada, cheia de bandeiras, tambores, faixas e muita palavra de ordem pra agitar a galera.

Luth Laporta fez uma bela fala no carro de som chamando as e os estudantes a se aliarem aos trabalhadores nas lutas do país. Também denunciou o governo Dilma, que tenta iludir o povo brasileiro com os royalties do pré-sal e o plebiscito da reforma política. Ao final, a galera vibrou cantando "não sou capacho do governo federal..."

Ao fim do ato, fizemos uma plenária em que discutimos o dia 11 e apresentamos a ANEL para a moçada nova, que chegou cheia de gás pra lutar na entidade livre do movimento estudantil brasileiro.

 

Fortaleza

A ANEL preparou o que chama de “Viradão”. Os estudantes dormiram sede do Sindicato da Construção Civil. Fizeram uma  oficina de cartazes, rodas de conversa, preparando-se para o dia 11. Às 6h participaram de piquetes, junto aos operários, nos canteiros de obras da cidade.

A paralisação começou logo cedo, com os operários da construção civil cruzando os braços nas principais obras da capital, especialmente onde se concentram os principais empreendimentos imobiliários. Pela manhã, o sindicato dos condutores paralisou por algumas horas dois terminais.

Os operários da construção se concentraram na Praça Portugal e se reuniram com ativistas do Movimento dos Conselhos Populares, da ANEL, MST e oposições sindicais dos bancários e vigilantes. Em seguida, 3 mil pessoas seguiram em marcha até a prefeitura da cidade, onde se encontraram com os servidores públicos federais e ativistas do MTST.

Uma comissão entregou ao prefeito uma pauta de reivindicação exigindo a redução imediata da passagem e contra os despejos de moradores em função das obras da Copa. Em seguida. A manifestação seguiu à Praça do Ferreira para realização do ato unificado das centrais sindicais.

Natal

Em Natal, o 11 de Julho fez a cidade parar e colocou cerca de 15 mil pessoas nas ruas em uma grande passeata que percorreu as principais avenidas da cidade e apresentou a pauta de exigências dos trabalhadores para os governos. As Centrais Sindicais, sindicatos, movimento populare e estudantil se concentraram em frente ao Shopping Midway e seguiram em marcha até o ponto 7 da Av. Robeto Freire, com paradas na construção do estádio Arena das Dunas e na Governadoria. A ANEL se fez presente em uma coluna muito animada que conseguiu reunir estudantes das mais diversas escolas e universidades das cidades de Natal, Parnamirim, Macau e outras cidades. Em defesa de maiores investimentos na educação, saúde e transporte, levantando bem alto a bandeira do Passe-livre (para o qual recolhemos assinatura para o projeto de passe-livre que foi protocolado na Câmara de Vereadores), dos 10% do PIB pra educação pública e do combate às opressões, contra a política econômica do governo federal.

Belém

Belém

A ANEL se somou aos piquetes de obras dos trabalhadores da construção civil e depois se encontrou na prefeitura municipal de Belém juntamente com a CSP CONLUTAS e demais centrais sindicais e o movimento Belém Livre a principal pauta é: redução e congelamento da tarifa de ônibus passe-livre a redução da jornada de trabalho para 40h e fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias. Houve vários piquetes nas obras da construção civil, depois fomos para prefeitura na coluna da csp conlutas estavam: os professores da UFPA (ADFUPA), SINDTIFES, trabalhadores da FADESP (fundação apoio a ensino e pesquisa), oposição hurbanitária, luta educador (oposição ao SINTEP), movimento popular e ANEL e tinha também representação do Movimento Belém Livre e ASFUNPAPA (Associação dos servidores da FUNPAPA) e outras centrais sindicais caminhamos até o SIG (Sistema Integrado Do Governo do estado) Lá no SIG ( os trabalhadores da const civil apos lutarem em frente ao sindicato patronal Sinduscon se somaram ao ato e a unidos Tb foi um grande ato para denuciar o governo municipal, estadual e federal.

Maceió

Os estudantes da ANEL acordaram cedo e pararam a Braskem, a maior fábrica do Estado e fonte de muita riqueza e sofrimento dos trabalhadores em unidade com a Csp-Conlutas e o Sindipetro Al/Se.

De lá eles acompanharam o movimento sem terra e fecharam também o cais do porto, liberando os operários do porto pra casa.

Nas palavras do Wibbson, estudante da ANEL: “Nessas duas mobilizações fizemos história, organizando uma maioria de terceirizados, que fecharam ruas, deixaram de trabalhar nas fábricas e venceram a coesão das patronais. Mas só isso foi pouco. Tão bonito quanto foi se somar ao bloco da CSP-CONLUTAS/ANEL e movimentos sociais e partidos independentes dos governos e gritar, gritar muito alto todas nossas palavras de ordem debaixo da chuva contagiando os demais manifestantes.”

Maranhão

Maranhão

A concentração foi na Praça Deodoro às 15h, com as centrais sindicais. A ANEL - MA esteve com um bloco animadíssimo com percussão fazendo intervenção em unidade com a classe trabalhadora. Foi reivindicado, também,  que os estudantes precisam se engajar na luta pela terra, a questão indígena  e quilombola . O ato foi encerrado na entrada do Palácio dos Leões (sede do governo estadual Roseana Sarney PMDB)  a governadora do estado, Roseana Sarney (PMDB) mandou fechar a entrada principal para o palácio, gradeados com os PM's e a cavalaria embora a UNE , (UJS, UJSB, e outros pelegos) também participaram do ato, mas com falas para dispersar estamos preparando um bloco para a parada Gay de São Luis que será domingo (14/07) na litorânea, também levaremos nosso bloco com a percussão para dia 20 na marcha das vadias.

Teresina

A ANEL foi às ruas junto às CSP-Conlutas e demais centrais sindicais colocar em pauta os graves problemas sociais enfrentadas pela sociedade piauiense. A denuncia do escaso com a educação e a luta pelo livre e redução da tarifa foram a tônica das reivindicações da juventude no protesto do dia 11 de Julho. Pela manhã, o DCE da UFPI articulou uma manifestação em defesa dos trabalhadores terceirizados que estão há meses com os salários atrasados. Os estudantes fizeram um “catracaço” no Restaurante Universitário e depois seguiram rumo à reitoria da UFPI exigindo uma resposta imediata diante desse descaso com os trabalhadores da universidade.

 

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