Deixa passar a revolta popular: a juventude volta às ruas contra o aumento!

Dia Nacional de Lutas mostrou que é possível unir a juventude em luta e o movimento estudantil de esquerda!

Janaína Oliveira e Lucas Brito, da CEN da ANEL

 10924806_766669756756990_1232899486921076795_n Na última sexta-feira, dia 16 de janeiro, ocorreu o Dia Nacional de Lutas contra o aumento das passagens e a criminalização dos movimentos, uma articulação da ANEL com os coletivos da esquerda UNE. Essa iniciativa unitária conseguiu, a partir dos atos convocados pelo Movimento Passe Livre, expandir as manifestações contra o preço das tarifas do transporte coletivo para inúmeras cidades em todo o país. Além de São Paulo, onde, mais uma vez, cerca de dez mil pessoas tomaram as ruas, as mobilizações sacudiram também Rio de janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Manaus, São José dos Campos, Juiz de Fora, Aracaju, Porto Alegre, Vitória e Florianópolis. O dia marcou, igualmente, a solidariedade dos ativistas de todo o Brasil com os manifestantes de São Paulo, que sofreram uma repressão covarde da PM paulista, que, com balas de borracha, bombas de gás e prisões, tenta dispersar e acabar com os protestos da juventude e dos trabalhadores. 10930857_853566738018656_8931879266352427691_n 2015 já começou! Ainda no final de 2014, os governos e os empresários já demonstraram sua vontade em atacar as condições de vida e os direitos sociais e trabalhistas do povo brasileiro. A nomeação dos novos ministros, com representantes da velha direita, dos bancos, das multinacionais e do agronegócio, indicou que o segundo governo Dilma pretende aplicar uma política econômica mais neoliberal. Muitos ataques já foram anunciados. A taxa de juros subiu, dezenas de prefeituras e governos estaduais aumentaram as passagens do transporte coletivo, e vem por aí um “tarifaço” da gasolina e da energia elétrica. O governo federal apresentou um pacote de maldades, com restrições aos direitos previdenciários e cortes de gastos nas áreas sociais. As demissões na indústria, em especial no setor automotivo, são o pesadelo de milhares de famílias. Felizmente, os movimentos sociais responderam até o momento à altura dos primeiros ataques. A resistência não está se resumindo apenas às manifestações contra o aumento das passagens. Uma parcela significativa da classe trabalhadora também foi à luta ou prepara futuras mobilizações. O maior exemplo disso foi a heroica greve de onze dias dos operários da Volkswagen de São Bernardo do Campo, que reverteu as mais de oitocentas demissões e mostrou o caminho da mobilização contra os patrões. Agora, entidades sindicais, estudantis e movimentos populares estão preparando um plano de ação para o primeiro semestre do ano, com o objetivo de unificar as lutas contra as demissões, os cortes e o pacote neoliberal do governo federal. A reunião do Espaço de Unidade de Ação em Brasília, dia 30 de janeiro, chamada pela CSP-Conlutas e outras organizações parceiras, deve elaborar os próximos passos. A ANEL construirá o Espaço de Unidade de Ação por buscar ser uma entidade que não só diz aos quatro ventos seu programa, mas o constrói na realidade e a atual realidade cobra das entidades estudantis o máximo de unidade entre os mais oprimidos, como as mulheres, negrxs e LGBT’s e os mais explorados. Pois só com a unidade entre a juventude e os trabalhadores poderemos enfrentar os governos e patrões e termos a possibilidade de uma sociedade diferente, livre da opressão e exploração. 10570476_853561098019220_6422662443178688277_n  Da unidade vai nascer a novidade! O Dia Nacional de Lutas da última sexta-feira, 16/01, marcou não só unidade nacional do movimento, mas também a primeira iniciativa política unitária de 2015 entre a ANEL e os coletivos da esquerda da UNE. Mais uma vez, foi possível ver a necessidade e a força de nossa unidade, sem a qual os atos não teriam alcançado o caráter nacional. Essa ação combinada também teve o mérito de mobilizar as entidades estudantis e conectá-las com as lutas de fora dos muros das universidades e escolas. A participação do movimento estudantil organizado ao lado do MPL, por meio inclusive dos DCEs da USP, UFRGS, UFRJ, UFC, de vários grêmios e outras entidades, potencializou as manifestações. Fica mais clara a importância da unidade entre a ANEL e os coletivos da esquerda da UNE, se notarmos o triste papel que a velha entidade cumpriu na luta contra o aumento das passagens em São Paulo. A UNE fez um acordo às portas fechadas com a prefeitura de São Paulo e, em troca da abertura de negociações sobre melhorias no projeto limitado de passe-livre estudantil do prefeito Haddad do PT, abandonou as manifestações. Há muito tempo, a UNE trocou as ruas pelos gabinetes. Portanto, a postura da entidade não deve nos surpreender. No entanto, depois das jornadas de junho de 2013, quando milhões tomaram as ruas e arrebataram a estabilidade política do país, não podemos mais legitimar organizações governistas e burocráticas. O momento político nacional nos exige, por um lado, maior unidade e, por outro, forjar novas alternativas. Romper com a UNE é parte desse processo. 10940487_625348480904610_4595471936837114697_n Rumo ao 3º Congresso da ANEL O dia 16 de janeiro foi, também, a largada na construção do 3º Congresso da ANEL, que vai reunir milhares de ativistas entre os dias 04 e 07 de junho, no estado de São Paulo,  colado ao congresso da CSP-Conlutas. Fundada em junho de 2009, a ANEL se consolidou e cresceu nos seus quase seis anos de vida, de luta e de organização do movimento estudantil combativo, autônomo e democrático. Embora ainda começando, já somos uma referência nacional nas mobilizações em defesa da educação e por mais direitos da juventude, das mulheres, negros e LGBTs. A ousadia dos coletivos e milhares de ativistas independentes que romperam com a UNE e engajaram-se na construção da ANEL demonstrou que, além de necessário, é possível apostar na reorganização do movimento estudantil. Agora, em 2015, nosso congresso vai estar a serviço do debate político, da elaboração coletiva e da organização das lutas dos estudantes e da juventude brasileira. Ao mesmo tempo, queremos colocar a experiência pioneira da ANEL à disposição dos coletivos da esquerda da UNE. Convidamos o Juntos, o Rua e demais grupos a participarem de nosso congresso e para construirmos juntos novos rumos para o Movimento Estudantil brasileiro. O Dia Nacional de Lutas mostrou a força da nossa unidade, somando forças podemos ir mais longe.          

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