Toda solidariedade aos trabalhadores da General Motors!

O dia dos Pais para centenas de trabalhadores da GM não foi um dia feliz, pelo contrário, foi um dia de desespero e indignação. Desespero por cerca de 500 trabalhadores terem recebido, por telegrama, o anúncio das demissões no dia 8 e por não saberem como farão para sustentar a família, e indignação por terem a certeza de que para garantir seus empregos é preciso lutar!

            Assim se iniciou a greve da GM de São José dos Campos, com total paralisação das atividades e total solidariedade dos trabalhadores que não foram demitidos. Os trabalhadores já aprenderam que a empresa vai seguir atacando seus direitos, mas que só lutando por eles é possível garantir alguma negociação. Uma greve mostra ao patrão que seu lucro depende de cada trabalhador produzindo, e que apesar dos milhões irem pro bolso do patrão, quem move aquela empresa não é ele.

            A GM, assim como uma série de montadoras no país passa por uma recessão onde só é cortada na carne do trabalhador. Essas empresas receberam ao longo de todo governo do PT milhões em isenção, e nem por isso o governo exige estabilidade no emprego, o que seria o mínimo, considerando que os milhões em isenção fiscal que a empresa não paga saem do bolso de cada trabalhador que nesse momento é demitido. Pelo contrário, a proposta do governo, junto com centrais sindicais como CUT e Força Sindical para “garantia do emprego” é o famigerado PPE (plano de proteção ao emprego), que, como bem disse o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, poderia ser chamado de Plano de Proteção as Empresas, já que propõe reduzir os salários dos trabalhadores em cerca de 15%, para teoricamente manter seus empregos. Nenhuma garantia de estabilidade real é dada e o trabalhador ainda passa a ganhar menos.

Nessa sexta-feira, dia 14, o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, fez um ato, junto com os trabalhadores demitidos, suas famílias, a CSP – Conlutas, a ANEL, e outras centrais sindicais e movimentos sociais, em defesa dos empregos, exigindo negociação da empresa e exigindo também que o governo federal reverta as demissões, considerando todo o dinheiro público injetado na empresa ao longo desses mais de 10 anos.

            Nós, da ANEL, prestamos toda nossa solidariedade e disposição de luta, aos demitidos e suas famílias. Ao final da semana, a GM anunciou um número de demitidos de quase 800. Sabemos que o desemprego é uma das piores facetas da crise econômica, a qual só atinge os trabalhadores e a juventude, jamais os banqueiros,ricos e poderosos! Que eles paguem por essa crise, não nós!

Negociação imediata!

Reversão das demissões!

Dilma, proíba as demissões da GM!

 

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